Batimento Cardíaco

quinta-feira, 18 de agosto de 2016

#Inicio de 2009

Eu é que sei o que me custa escolher entre azul ou verde, se bebo leite com café ou chocolate, se levo uma camisola de lã ou uma de gola alta com casaco, se calço sapatos pretos ou castanhos. Eu é que sei a angustia de decidir se comprava casa naquela altura ou não, depois a angustia maior de sair de casa dos meus pais para passar a habitar aquela casa comprada à um ano... sempre tive receio de grandes mudanças, gosto de andar devagar, sempre gostei... daí a pressão quando vou em veículos a grande velocidade... a melhor velocidade é a pé... quando posso parar, mudar de rumo, voltar atrás. Tenho sempre medo das minhas escolhas, medo de errar, medo de não ter sabido escolher o certo, aí sim...duvido da minha intuição.

Se eu fosse um mês seria: Julho

Se eu fosse um dia da semana seria: Sexta (lá para depois das 18...)

Se eu fosse um numero seria: 1

Se eu fosse um planeta seria: Terra (já que a lua não entra...)

Se eu fosse uma direcção seria: Para 'ali'

Se eu fosse um movél seria um: Puff

Se eu fosse um liquido seria: Água

Se eu fosse um pecado seria: Gula

Se eu fosse um pedra seria: Seixo rolado

Se eu fosse um metal seria: Prata

Se eu fosse uma árvore seria um: Limoeiro

Se eu fosse uma fruta seria: Amora

Se eu fosse uma flor seria uma: Margarida

Se eu fosse um clima seria: Quente!!!

Se eu fosse um instrumento musical seria um: Piano

Se eu fosse um elemento seria: Água

Se eu fosse uma cor seria: Azul

Se eu fosse um animal seria um: Papagaio

Se eu fosse um som seria uma: Risada

Se eu fosse uma canção seria: Uma morna

Se eu fosse um estilo de musica seria: Jazz

Se eu fosse um perfume seria: Cinema

Se eu fosse um sentimento seria: Incerteza

Se eu fosse um livro seria: O último lido...

Se eu fosse uma comida seria: Iogurte

Se eu fosse um lugar seria uma: Praia

Se eu fosse um defeito seria: Orgulhosa

Se eu fosse uma qualidade seria: Amizade

Se eu fosse um sabor seria: Café

Se eu fosse um cheiro seria: Canela

Se eu fosse uma palavra seria: Vida

Se eu fosse um verbo seria: Amar

Se eu fosse um objecto seria um: Cachecol

Se eu fosse uma roupa seria: Meias

Se eu fosse uma parte do corpo seria: Olhos

Se eu fosse uma expressão seria: Sorriso

Se eu fosse uma série seria: Anatomia de Grey

Se eu fosse um filme seria: PS: I Love You

Se eu fosse uma forma seria: Redonda

Se eu fosse uma estação seria: Verão

Se eu fosse uma frase seria: 'Tenho tantas saudades tuas...'

segunda-feira, 9 de maio de 2016

#Opções

Estar a ver de bancada não é a minha onda, pelo menos deem-me a hipótese de sair antes do jogo começar.

# ver a vida através de um espelho

Este sempre foi [e será]o meu lema de vida preferido: 'Não faças aos outros aquilo que não gostarias que te fizessem a ti!'
Depois penso na palavra respeito e na frase feita de que para sermos respeitados temos que nos dar ao respeito. E se não fizermos nada para que nos desrespeitem e mesmo assim o façam?
O respeito de um individuo pelo outro começa na maneira como se comportam. Até porque em determinadas situações além de serem eles os primeiros a desrespeitarem ainda fazem com que terceiros desrespeitem também ([ainda piora mais quando quem é desrespeitado nem os conhece].
Valerá a pena destruir tudo o que se tem? Se valer... serei a primeira a dizer: Segue em frente!!!
Mas respeita! Respeita quem te respeita e sempre te respeitou. 

sábado, 5 de março de 2016

Vida em looping#

Acordo todos os dias sabendo que estou a viver o pior dia da minha vida... não tínhamos combinado nada disto mana...

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

#Tu

24 Fevereiro de 2016

'Eu gosto muito de pão com nozes, e a tia Anabela também!'

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Habituada a ti... mas nunca me vou habituar a isto Anabela...

Estou tão cheia de ti mana... tão cheia que vou explodir a qualquer momento. E não te quero deixar sair, quero-te aqui dentro a fazer-me estar neste estado. Porque se saíres, nem que seja um bocadinho pequenino vou perder-te. 
O que me fizes-te Anabela? Porque é que te foste embora assim? Não tinhas esse direito, não tinhas!
Como vou viver a minha vida sem ti? A quem vou ligar quando precisar de avisar que vou chegar mais tarde? Com quem vou almoçar? A quem vou dizer adeus na estrada quando os nossos caminhos se separavam? Quem me vai esticar o braço pela janela num até já enquanto eu via no retrovisor? Quem vai buscar o Lourenço comigo só para o trazer ao colo até ao carro? Quem vai lanchar connosco? Quem vai vai ter um ataque de riso comigo com as coisas mais idiotas que podiam acontecer? Quem me vai aparecer em casa tarde e me vai ajudar a deitar o Lourenço? Quem me vai azucrinar a cabeça com coisas que afinal são tão miudinhas e de gente tão miudinha que nem devemos passar tempo algum a pensar nisso?
Onde é que estás Anabela? E as coisas que combinamos? Porque teimas em ser descombinada e fazer tudo à tua maneira?

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Todos#


Os pensamentos são assim …invasivos, incontornáveis, chegam assim sem serem convidados e ali se deixam ficar às vezes tempo demais...
Acho que tenho uma mente talvez um pouco imaginativa demais. Depois... portuguesa como sou e colando-me à velha imagem de pessimista por natureza...
Deixo a mente vaguear enquanto circulo a uma velocidade estonteante se 100km hora numa IC19 quase deserta de final de dia dum mês de Agosto... os acidentes acontecem, para o provar o toque de beira de estrada que se desenrola enquanto passo. E se fosse eu? E se fosse algo mais grave que um toque inofensivo? Quem te diria o quanto eu gosto de ti? Quem te diria a que me sabes? A que me cheiras? Quem te diria o quanto te sinto entranhado debaixo da pele? Quem te diria o quando me afogo nos teus olhos enormes que me olham com amor... aquele amor insubstituível e sem mentiras, aquele amor que temos a certeza que nunca acabará. Quem te diria tudo o que te quero? Quem?
Seriam as palavras de alguém, que diriam aquilo que achavam que deveria ser dito. Que se colocariam no meu lugar e utilizariam as suas palavras... NUNCA as minhas! Acreditando que era isso que eu diria, acreditando estarem a dizer o que eu sentiria.
De repente o peito doí, que desespero achar que nunca saberias por mim o quanto te gosto.  Ter tantos planos de registar a tua chegada e nunca deixar que andasse para a frente por falta de tempo. É verdade filho, tu preenches a nossa vida de tal maneira que tudo o resto passou para segundo plano, por mais que queiramos voltar a normalizar a coisa, deixa de ser igual. O relógio passa a mostrar as horas mais nitidamente, deixa de fazer sentido o pensar ‘deixa...só mais um bocadinho’...  tenho de te deixar no infantário antes de ir trabalhar, tenho de te ir buscar até uma determinada hora, tens de comer, tomar banho, tens de te deitar...
As noites são tudo menos descansadas, acordas com fome, ou um sonho mau que veio, choras, levantas-te, não queres a luz apagada, pedes para vir para a nossa cama...
E tens o mais lindo dos sorrisos a mais doce das gargalhadas, és o maior trapalhão de todos os tempos quando começas a falar...
Cantas, adoras cantar, não o que te pedem... sempre o que te apetece... vezes sem conta... e quando caio na tentação de te direcionar, de começar a cantar uma outra música, lá vens tu com um não gigante, ‘essa não’...
Viciei-me nos teus abraços, nesses braços rechonchudos de dedos pequeninos que me agarram com força à volta do pescoço...  na frase provocatória ‘a mãe é minha’, nos gritinhos quando te tentam tirar do meu colo...
Preenches-me... giras-me num todo... uma rotação ininterrupta que me mantém mais viva.
Se és tudo? Filho... para nós teus pais és bem mais que isso... e aqui a palavra infinito nunca vai chegar...
 
Gosto muito de ti’ ... ‘gôta ti’.

terça-feira, 19 de agosto de 2014

Estou aqui no sofá...não me ouves?

Como uma porta aberta sem poder entrar...
Como uma fuga sem poder sair daquele local...
Como um peito escancarado com um coração a bater...
Como se sentisse o ardor mesmo sem vislumbre de qualquer fogo...
Como uma bofetada sem qualquer rosto por perto...
Ás vezes sinto-me perdida, mesmo que no meio do mapa...
Tenho fome mesmo depois de um banquete...
Sinto um cansaço tremendo mesmo sem estar a fazer nada...
Oiço tanta ideia no meio de tanto silêncio...
E por fim chega o medo... tenho receio de acordar quando devia estar a dormir...

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Encontro de colecionadores de pacotes de açucar?

... isso faz-me lembrar que em tempos também o fui [colecionadora]... logo no inicio da minha adolescencia...
deixei de o ser quando cheguei a casa e a minha mãe os tinha deitado fora porque estavam calcificados...
Sendo assim... não vou a Vouzela...

terça-feira, 9 de abril de 2013

O nome do meu filho...

... sabe-me a prenda...

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quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Os amores dos outros #45

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quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Nús da alma # 154

 Um dia disse que ia ter um carro, viver sozinha, ter uma cadeira de baloiço, viajar pelo mundo. Um dia disse que me ia apaixonar para a vida inteira, que ia ter um filho, que ia ser feliz. Um dia disse que forraria uma parede com prateleiras de livros, centenas deles. Um dia disse que teria uma casa com jardim, com portadas verdes. Um dia disse que iria comer um gelado a Londres, um croissant quente a Paris. Um dia disse que ia ter o emprego com que sempre sonhei, que não me iria preocupar com contas ou talões. Um dia disse que iria dormir na praia, aprender a tocar viola, fazer malabarismos. Um dia disse que ia ser apresentadora de televisão, cantora profissional. Um dia disse que ia aprender a tricotar, a cozer um botão, a escrever um livro, um poema, uma mensagem de amor. Um dia disse que ia saber gostar, que ia aprender a amar, a querer para sempre.
E agora que olho para aquilo que disse, reparo que apenas ainda não consegui aquilo que menos importância tem. Tudo o resto já está feito!

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Memorizar este dia #

E chegou o dia em que o destino seria o Infantário... confesso que não tive em qualquer instante receios ou medos. Confio bastante na instituição e gosto das pessoas que lá trabalham... pelo menos aquelas que já conhecia da altura do meu sobrinho.
E se tivesse medos, teria ficado sem eles quando lá cheguei hoje e o Lourenço esticou os braços para uma das funcionárias e se esqueceu da mãe ficando com um ar muito interessado a olhar para os outros meninos e um olhar guloso para o insulflável cheio de bolas coloridas...
Já sei que se portou muito bem...
O meu menino é tão bem comportado... enfim... [para mim] é o menino mais lindo deste mundo.
Não! Deste mundo não... deste universo!

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Uma bela declaração de amor...

Anda comigo ver os aviões
Levantar voo,
A rasgar as nuvens,
Rasgar o céu.

Anda comigo ao porto de Leixões
Ver os navios
A levantar ferro,
Rasgar o mar.

Um dia eu ganho a lotaria,
Ou faço uma magia,
Mas que eu morra aqui.
Mulher tu sabes o quanto eu te amo,
O quanto eu gosto de ti.
E que eu morra aqui
Se um dia que não te levo à América
Nem que eu leve a América até ti.

Anda comigo ver os automóveis,
A avenida,
A rasgar as curvas,
Queimar pneus.

Um dia vamos ver os foguetões levantar voo,
A rasgar as nuvens,
Rasgar o céu.

Um dia eu ganho o totobola,
Ou pego na pistola,
Mas que eu morra aqui.
Mulher tu sabes o quanto eu te amo,
O quanto eu gosto de ti.
E que eu morra aqui
Se um dia eu não te levo à lua
Nem que eu roube a lua só p'ra ti.

Um dia eu ganho o totobola,
Ou pego na pistola,
Mas que eu morra aqui.
Mulher tu sabes o quanto eu te amo,
O quanto eu gosto de ti.
E que eu morra aqui
Se um dia que não te levo à América
Nem que eu leve a América até ti.

Azeitonas in Anda Comigo ver Os Aviões

E só hoje ouvi esta música... e passei a adorar...

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Quando tudo mudou#


E de repente tudo mudou na minha vida. Saboreio a nova palavra sem a dizer em voz alta. Apenas movo os lábios enquanto a gravo a ferro e fogo no meu pensamento.
O que senti? Medo, desespero, cansaço, ânsia, amor... e foi o amor que ficou e tudo o resto desapareceu assim que lhe toquei e desejei com todas as forças que fosse abençoado.
E por muito que digam que não é assim, por estes dias ninguém me tira a certeza de que sou a mulher mais feliz ao cimo da terra... a mais feliz!

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segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Histórias para adormecer

É impressionante como as pequenas coisas nos deixam felizes. Depois de mais de 20 anos encontrei uma coleção de contos tradicionais que adorava ler quando era miúda.

A primeira história foi lida ontem, e nós quietinhos a ouvir o patinho feio.

E que bem que nos soube...

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Doce inocência é...

-Mãe! Mãe! Eu e a tia vimos um esquilo 'silvestre' no parque. O tio tirou uma fotografia... não foi?

terça-feira, 16 de agosto de 2011

A contar...

Não é segredo... já to disse esta manhã... amo-te!

E sigo a contar e a transformar o meu mundo. Tornando-o tão maior... tão nosso...

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quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Momento delicioso é...

... quando sinto aqueles braços pequenos a envolverem-me o pescoço. E enquanto me dá um beijo me sussurra ao ouvido:

- És uma princesa tia...

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Nús da alma # 153

Porque este dia é para guardar.
Porque o céu está azul.
Porque o dia está quente.
Porque chegam as boas noticias.
Porque 'incho' de felicidade.
Porque está tudo bem.
Porque estou feliz!

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terça-feira, 2 de agosto de 2011

Doce inocência é...

-Mostra lá meu sobrinho... ouvi dizer que te caiu um dente...

[Ele vem a saltitar de alegria como se o facto do dente ter caído fosse a maior alegria à face da terra...]

-Sim senhor... o meu menino está a ficar um homem... e como correu? A fada dos dentes sempre veio esta noite? Sabes que a tia perdeu uns quantos dentes e a parvalhona nunca apareceu lá em casa...

-Veio tia! E deixou-me 5 euros debaixo da almofada.

-Ena! Estás cheiro de sorte...

-Pois estou... sabes tia... ainda lhe vi as perninhas....

-Hummm estou a ver que a seguir te começa a crescer o nariz... [e o miúdo não percebeu a piada...]

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Doces Surpresas... ou miminhos...







E assim se passou mais um ano de mim...

terça-feira, 28 de junho de 2011

Nús da Alma # 152

Por estes tempos sinto-me a mulher mais feliz do mundo...

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sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Absolvição?

Dez anos... foi preciso ter passado uma década para voltar ao inicio e sabe-se lá com que lábia estudada ou treinada para se fazer de coitadinho e pedir o perdão que quiçá não o tenha ajudado a um dormir tranquilo ao lado daquela que escolheu para concretizar a traição que nunca foi merecida desta parte! Custa-me a respirar no meio desta história, porque me aterroriza um final pouco feliz.
Quando não se sai de uma história que nunca chegou a ficar resolvida, fica-se presa no meio de uma página que nunca foi acabada de escrever. Uma desistência de continuar, onde a figura principal é sempre perseguida em todas as outra que poderiam continuar a partir daquele capitulo. Nem sempre os bons chegam a ganhar... por vezes o lobo mau leva a melhor, enganando a menina [sem necessariamente precisar estar vestida de vermelho], a avó, os caçadores...
E lendo este pequeno conto sei que não poderei ajudar a escrever o rumo que lhe vais dar... tens de ser tu a escolher o caminho por onde vais seguir... desejarei que o lobo mau, não seja assim tão mau... desejarei com todas as forças que tenhas tu a força suficiente para não te deixares absorver pela floresta e que saibas encontrar o caminho que te vai libertar disso tudo... e voltar a ver-te sorrir, não porque os outros esperam que isso aconteça, mas sim porque o sorriso é espontâneo e sentido...

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

O que era um download ilegal nos anos 80?

Era ouvir a rádio Cidade [essa mítica e inesquecível rádio pirata...] durante horas com o dedo a postos no botão rec à espera da música que queríamos gravar e correndo sempre o risco de apanhar uma voz ou um anúncio.

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quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Ponto final

No Principe Real existe uma livraria que só vende livros de poesia. Não tenho qualquer curiosidade em passar por lá ...
Não gosto de poesia... e assim de repente apenas me justifico dizendo que não gosto porque não lhe sinto o prazer, porque nunca tentou seduzir-me e eu nunca me deixei seduzir por ela...

Doce inocência é...

-Tia! Tu é que tens sorte!
-Tenho? Porquê?
-Porque andas de comboio e metro todos os dias... eu ando sempre de carro...

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

A contar...

Imagem do Google

Quero mais que somas de anos , quero multiplicações de amor, quero divisões de afectos, quero subtracções de dias em contagens decrescentes para as somas das horas que vamos ter só para os dois. Sem casas decimais onde os dias vão chegar por inteiro... se gosto de ti ainda mais do que a principio? Tanto o quanto o meu coração aguenta... por inteiro e sem lado A nem lado B. Parabéns meu amor... [da próxima sou eu que ligo a luzinha...]

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terça-feira, 6 de julho de 2010

Ligo-te mais tarde...

E ela não chegou a responder que já não estaria lá para atender telefone...

Será que ainda hoje se questiona, se o que lhe seria dito, seria aquilo que gostaria de nunca ter ouvido?

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Verbalizar#

Eu sou humilde...
Tu és humilde...
Ele não é humilde...

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segunda-feira, 5 de abril de 2010

Fantasia Para Dois Coronéis e uma piscina...#

'' - Enfim, o pintor ficou curado, depois de uma sucessão de banhos que deve ter durado vários dias. Nunca mais pintou. Casou-se. Se calhar é feliz, lá no Porto. Foi um favor que lhe fizemos...
- E tu?
- Dez dias de prisão disciplinar. Não fui capaz de saltar o muro... Apresentei-me à porta de armas, todo pintalgado de verde, a dizer que queria tudo em sentido já, e o tenente mandou-me logo para a pildra.
- É espantoso.
-É, pois! Bem que me lixei depois nas promoções.
- Não, o que é espantoso é que essa história, passou-se comigo. Contei-ta ainda naquela noite em que tu vieste cá pela primeira vez...
- Que é que tem! Aqui não há ressentimentos. Pronto, para a próxima és tu a contar...
Os dois Coronéis consideraram-se, muito sérios e meditativos. O Coronel Bernardes, interessou-se pelo jornal e o Coronel Lencastre observou meticulosamente as unhas. Um cão ladou ao longe. Outro respondeu.''

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A Filha de Rasputine#

'' Depois da fúria da Revolução Russa ter «varrido» Nicolau e Alexandra do trono da Rússia Inperial, foi criada uma comissão especial para investigar as «forças obscuras» que causaram a queda dos Romanov. A atenção centrou-se em Grigori Rasputine que, referenciado como 'santo' e com poderes 'sobrenaturais', esteve sempre muito perto do trono.
A comissão interroga então Maria, a mais velha dos filhos de Rasputine, que relata os dias de uma Russia em tumulto, onde a poderosa influência de seu pai, uma verdadeira ameaça à sua vida. Enquanto crescem as conspirações contra ele, Maria debate-se com a verdadeira natureza de Rasputine - os seus desenfreados apetites carnais, as relações misteriosas com a imperatriz e os rumores de envolvimento em cultos religiosos secretos.
A Filha de Rasputine, trata-se, no fundo, de um romance onde Maria revela como tentou (em vão) salvar o pai, quem realmente o matou e, sobretudo, os segredos perversos escondidos pelos assassinos.''

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Eragon#

''Na noite após o regresso de Carvahall, Eragon decidiu testar a pedra como Merlock tinha feito. Sozinho no seu quarto, pousou-a na sua cama e colocou três ferramentas
ao lado dela. Começou com um macete de madeira e bateu levemente na pedra. O contacto produziu um som subtil. Satisfeito, pegou na ferramenta seguinte, um pesado martelo de couro. Ouviu-se um repique pesaroso quando tocou na pedra. Por fim, bateu-lhe com um cinzel. O metal não lascou nem arranhou a pedra, mas produziu um som espantosamente nítido. Depois de produzir o seu último som, pareceu-lhe ouvir um leve guincho. (...) Conformado com a impossibilidade de resolver o mistério, pegou nas ferramentas e devolveu a pedra à sua prateleira. (...) De repente, apareceu uma racha na pedra. E depois outra, e outra. Paralisado, Eragon inclinou-se para a frente, ainda com a faca na mão. No cimo da pedra, onde as rachas se encontravam, uma peça pequena mexia-se como se estivesse a balançar-se em qualquer coisa. Depois, elevou-se e caiu no chão. Após uma nova série de guinchos, uma pequena cabeça negra espreitou do buraco, seguida dum corpo estranhamente angular. Eragon apertou a faca com mais força e segorou-a com firmesa. Em breve, a criatura saiu completamente da pedra. Manteve-se quieta por um momento, e depois deslocou-se para o luar.
Eragon encolheu-se, em choque. Em frente a ele, retirando às lambidelas a membrana que o envolvia, estava um dragão.''

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quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Amor é...#

Imagem do Google
Pois é.... ainda não consegui que o meu miúdo me acompanha-se num episódio da 'Anatomia de Grey'... mas ontem consegui que me acompanha-se nos últimos 5 minutos da 'Clínica Privada'... nada mau...nada mau... [embora durante esses 5 minutos me tenha perguntado umas 500 vezes se faltava muito para acabar...ai... ai...]

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