Batimento Cardíaco

segunda-feira, 16 de Novembro de 2009

Feminino Singular#


« Martina: uma figura de mulher "singular". Amada por uns e criticada por outros, toda a vida esteve sob o olhar inquisidor das gentes de Vertova, incluindo a das próprias filhas...
No decurso da sua existência, dos anos quarenta aos nossos dias, através das complicadas vicissitudes, ela tentará encontrar o caminho para atingir a sua autêntica vocação de mulher - gerar a vida. Terá três filhas, de três homens diferentes, sem desposar nenhum deles.
A sua morte súbita, nas vésperas do Natal, provocará um tremendo choque no seio familiar, e será Vienna, a sua mãe, a desvendar os mais íntimos segredos dessa mulher tão enigmática. Através do seu relato, descobriremos que afinal elas têm mais em comum do que pensavam: todas são mulheres atraentes e independentes, que amaram e se deixaram amar, e que decidiram, sobretudo, enfrentar os cânones sociais em prol de um bem maior - a maternidade.»

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Ladrão de Fogo#


« Trago-te debaixo da minha pele. Apanhaste-me desprevenido. Atingiste-me o coração, pecado meu. E agora é tarde para tudo senão para escrever. O teu coração tão branco a bater perto de mim. Embora o não ouvisse sei que estava lá.»

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quinta-feira, 12 de Novembro de 2009

O que aconteceu à Bela Adormecida?

Talvez isto...
[recebida por e-mail]

terça-feira, 10 de Novembro de 2009

O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá - Uma história de amor#



« De repente, O amor desperta de seu sono à inesperada visão de um outro ser. Mesmo se já o conhecemos, é como se o víssemos pela primeira vez e por isso se diz que foi amor à primeira vista. Assim o amor do Gato Malhado pela Andorinha Sinhá.»

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Escovei o cabelo 100 vezes antes de me deitar#



« Dezassete anos, um diário, a descoberta de um mundo novo e diferente: o próprio corpo de adolescente, a viagem à procura de si através do sexo, o desejo de agarrar aquele sentimento sempre inatingível que é o amor. E, depois, a ilusão de o encontrar em muitas camas, em muitos corpos, em casas desconhecidas com homens que não a amam.»

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segunda-feira, 9 de Novembro de 2009

No Teu Deserto - Quase Romance#



« Um dia, porém, depois de mais uma paragem para colher imagens, ao regressar ao jipe vi que tinhas ficado ao lado da pista, a olhar em frente, como se te tivesses desligado de tudo, Ia gritar-te, buzinar-te, quando qualquer coisa na maneira como tinhas as mãos enfiadas nos bolsos, a cabeça ligeiramente inclinada de lado, o cabelo varrido pelo vento, me fez ficar quieto ao volante. E fiquei assim a observar-te até que tu te virasses e visses que estava à tua espera. Aprendi que é preciso dar tempo aos outros para olharem. Se não fosse para isso, porque teríamos nós vindo ao deserto?

(...) - A terra pertence ao dono, mas a paisagem pertence a quem a sabe olhar.»

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O Envangelho Segundo Jesus Cristo#



« Muito se tem falado das coincidências de que a vida é feita, tecida e composta, mas quase nada dos encontros que, dia por dia, vão acontecendo nela, e isso não obstante serem os ditos encontros, quase sempre, os que a mesma vida orientam e deteminam, embora em defesa daquela percepção parcial das contingências vitais, fosse possível argumentar que um encontro é, no seu mais rigoroso sentido, uma coincidência, o que não significa, claro está, que todas as coincidências tenham de ser encontros.»

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sexta-feira, 30 de Outubro de 2009

Nús da alma # 151

Querer muito uma coisa não faz [só por si] com que ela aconteça.

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quinta-feira, 29 de Outubro de 2009

Os amores dos outros #44


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quarta-feira, 28 de Outubro de 2009

os amores dos outros #43


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terça-feira, 27 de Outubro de 2009

Oa amores dos outros #42


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segunda-feira, 19 de Outubro de 2009

Caramba pá....

Em jeito de desabafo...
m$%&#$&%, $&%%#%#&$&, $&$%%#$#$% e por aí fora...
Já não me lembrava de uma dor de dentes tão forte... até tenho vontade de chorar (mas ainda não o fiz por vergonha...)

terça-feira, 13 de Outubro de 2009

Ai Miguelito o que nos fazes...



Exma Sra Dona... se isto não é dor de "#$%#... é o que parece... e como elas se riem no fim... é um piadão não é?
Mas o que se pode esperar de um país que tem no ar um programa de entretenimento em que uma das perguntas difíceis é dizerem qual é o plural de chapéu... e responderem chapeis....
está tudo dito não está?
Livrinho seu não compro... novelas já não vejo faz tempo...e artista você é... mas não é grande coisa como gente...

terça-feira, 6 de Outubro de 2009

# O Retrato de Dorian Grey

«Pouco tempo depois, ele chamou um fiacre e dirigiu-se para casa. Deteve-se por uns momentos à porta a contemplar a praça silenciosa, de inexpressivas janelas cerradas e persianas estáticas. O céu era agora de pura opala, e os telhados das casas brilhavam como prata. De uma chaminé em frente saía uma ténue espiral de fumo, que se enroscava como uma fita lilás pelo ar cor de nácar. No imponente vestíbulo forrado de madeira de carvalho, pendia no tecto uma enorme lanterna dourada de Veneza - dos despojos da barca de algum doge -, onde ardiam ainda três luzes bruxuleantes: pareciam pétalas transparentes de chama azul com orlas de fogo branco. Ele apagou-as e, atirando o chapéu e a capa para cima da mesa, atravessou a biblioteca em direcção à porta do quarto, um espaçoso aposento octogonal no rés-do-chão que, devido à sua recente predilecção pelo fausto, acabara de mandar decorar para si, ornamentando-o com originais tapeçarias renascentistas que tinham sido encontradas arrumadas num sotão abandonado em Selby Royal. Quando fazia rodar o puxador da porta, os olhos depararam com o seu retrato pintado por Basil Hallward. Recuou sobressaltado, como que surpreendido. Em seguida, um pouco perplexo, foi entrando para o quarto. Depois de ter retirado a botoeira do casaco, pareceu hesitar. Por fim, voltou atrás, aproximou-se do retato e examinou-o. À fraca claridade da luz que conseguia passar através dos estores de seda creme, afigurava-se-lhe um pouco alterado. A expressão estava diferente. Dir-se-ia que havia um laivo de crueldade na boca. Era deveras estranho.
Voltou-se, caminhou para a janela e subiu o estore. O esplendor do amanhecer invadiu a sala e varreu as fantásticas sombras para cantos escuros, onde ficaram tremendo. Mas a curiosa expressão que notara no rosto do retrato parecia ter permanecido, ter-se acentuado ainda mais. A luz trémula e cadente do sol revelava-lhe os traços de crueldade que contornavam a boca tão nitidamente como se estivesse a ver-se num espelho, depois de ter cometido alguma acção terrível.
Estremeceu e, retirando de cima da mesa um espelho oval emoldurado por Cupidos de marfim - mais um dos muitos presentes de Lord Henry -, lançou um rápido olhar ao mais fundo da superfície polida. Não viu traços como aqueles a distorcerem-lhe os lábios rubros. Que significava aquilo?
Esfregou os olhos, aproximou-se do retrato e examinou-o de novo. Não via indícios de qualquer alteração quando olhava para a pintura em si e, no entanto, não tinha dúvida alguma de que toda a expressão se modificara. Não se tratava de pura fantasia sua. Aquilo era de uma evidência horrível.»

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domingo, 4 de Outubro de 2009

# Visto do Ceu

«Susie Salmon tem o olhar vivo e inquieto dos seus catorze anos. Observa o desenrolar da vida: os colegas da escola, a família, o lento passar dos meses e das estações. Está tudo muito calmo, tudo parece muito acolhedor. Um único pormenor desmente tanta placidez: é que de facto, Susie já morreu. Estranhamente o céu parece-se muito com o recreio da sua escola, nem sequer faltam os baloiços. A pouco e pouco, Susie compreende que é o centro das atenções: os colegas comentam os rumores sobre o seu desaparecimento, a família ainda acredita que ela poderá ser encontrada, o assassino tenta esconder as pistas do seu crime...»

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sábado, 3 de Outubro de 2009

# A Vida Num Sopro

«Portugal, anos 30.
Salazar acabou de ascender ao poder e, com mão de ferro, vai impondo a ordem no país. Portugal muda de vida. As contas públicas são equilibradas, Beatriz Costa anima o Parque Mayer, a PVDE cala a oposição.
Luís é um estudante idealista que se cruza no liceu de Bragança com os olhos cor de mel de Amélia. O amor entre os dois vai, porém, ser duramente posto à prova por três acontecimentos que os ultrapassam: a oposição da mãe da rapariga, um assassinato inesperado e a guerra civil de Espanha.
Através da história de uma paixão que desafia os valores tradicionais do Portugal conservador, este fascinante romance transporta-nos ao fogo dos anos em que se forjou o Estado Novo.»

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sexta-feira, 2 de Outubro de 2009

# A Bruxa de Oz

«Quando Dorothy triunfou sobre a Bruxa Má do Oeste no clássico o Feiticeiro de Oz, de L. Frank Baum, apenas conhecemos a sua versão da história. Mas, afinal, quem era esta misteriosa Bruxa? De onde veio? Como se tornou tão malvada? E qual é, então, a natureza do mal?
A Bruxa de Oz conta a história de Elphaba, uma menina de pele verde, insegura, rejeitada tanto pela mãe como pelo pai, um pastor reaccionário. Na escola ela também é desprezada pela sua colega de quarto Glinda, a Fada Boa do Norte, que só quer saber de coisas fúteis: dinheiro, roupa, jóias. Neste contexto ela descobre que vive num regime opressor, corrupto e responsável pela ruína económica do povo. Elphaba decide, então, lutar contra este poder totalitário, tornando-se na Bruxa Má do Oeste, uma criatura inteligente, susceptível e incompreendida que desafia todas as noções pré-concebidas sobre a natureza do bem e do mal.
Gregory Maguire cria um mundo de fantasia tão fértil e vivido que Oz nunca mais será o mesmo.»

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quinta-feira, 1 de Outubro de 2009

# A Casa Quieta

«Quero acreditar que já não estarias em casa por alturas em que cheguei mas não sei dizer. A verdade é que não te procurei. Mais uma vez. Penso que fiz as coisas do costume, penso hoje quando penso nisso que fiz as coisas do costume, terei deixado o sobretudo ao acaso, abri o frigorífico fechei abri uma outra vez, sem saber bem o que procuro, acontece-me quase sempre.
As coisas do costume. Vagueei sem saber bem, o sobretudo caído alguém há-de arrumar, tu tratas disso. Do frigorífico abro e fecho abro outra vez, quero pouco, não sei que quero, deixei de beber prometi-te acho que te prometi, não sei que beba.»

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quarta-feira, 30 de Setembro de 2009

# O Sétimo Selo

«De Portugal à Sibéria, da Antárctida à Austrália. O Sétimo Selo transporta-nos numa empolgante viagem às maiores ameaças que se erguem à sobrevivência da humanidade.
Baseando-se em informações cientifica actualizada, José Rodrigues dos Santos volta com este emocionante romance aos grandes temas contemporâneos, numa descoberta que poderá abalar a forma como cada um de nós encara o futuro da humanidade e do nosso planeta.
Prepare-se para o choque.»

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terça-feira, 29 de Setembro de 2009

Os amores dos outros # 41

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terça-feira, 22 de Setembro de 2009

Nús da alma # 151



Ano após ano o regresso [das férias...] torna-se mais doloroso que a partida...
Desta vez ainda olhei para trás no momento em que o carro fazia a inversão de marcha e deixava aquela maravilhosa 'cabana' para trás e pensei [nada de lágrimas... também não sou assim tão panisgas]... 'Também aqui eu já fui feliz'...

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terça-feira, 1 de Setembro de 2009

Sem reino, sem trono, sem súbditos...

... mas com uma coroa!!!

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sexta-feira, 14 de Agosto de 2009

24 meses#



Posso até voltar a falar no destino, no acaso, no que tinha de ser.
Mas prefiro falar do que é, no destino que compomos todos os dias, o que vivemos, até mesmo o que sentimos.
As declarações de amor jamais deveriam ser silenciadas, e eu, como mulher de sorte que me sinto declaro ao mundo o quanto te amo. Agradeço o que tenho contigo, adoro o que vivemos e partilhamos, e cada dia mais a certeza de o querer para sempre. Dia após dia, ano após ano nesta soma de coisas que me fazem feliz.
Dois anos de sorrisos [continua a ser apenas o começo do que vamos ter meu amor].

sexta-feira, 31 de Julho de 2009

# 170

O cenário:
Uma esplanada interior encostada a uma escadaria que nunca chegou a saber onde ia dar...
A cena :
Bebem café em silêncio enquanto as pessoas passam e sobem as escadas.
O take:
Passa uma miúda com uma saia às pregas reduzida [quase inexistente]... ela continua a beber o seu café, ele prende o olhar nas escadarias enquanto ela sobe e ele a observa de um ângulo... diferente...
O diálogo:
Ela: Vou ali fora fumar um cigarro...
Ele: hum hum...
[fosgasse... eu não fumo pá...lembraste?]

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segunda-feira, 20 de Julho de 2009

Question#



Imagem Do Google

Porque não devia eu acreditar em histórias de amor?

Se eu também estou a viver uma ...

quarta-feira, 15 de Julho de 2009

Composição#

As Férias
As férias é quando podemos acordar tarde e sem despertador, é quando podemos andar descalços e ficar de pijama vestido até tarde. As férias é quando vamos para a praia fazer má figura a jogar raquetes, ficar com pena de não gostar de marisco porque devia ser giro apanhar ameijoas. As férias acontecem uma vez por ano... vá duas... mas nada mais que isso. As férias é poder beber sangria todos os dias e comer pão alentejano barrado com manteiga. As férias é andar de chinelos e com a máquina fotográfica a tiracolo. As férias é poder ler muito e namorar ainda mais. As férias é a minha pele castanha e as tuas sardas do nariz. As férias são os beijos e as mãos dadas e o perigo das cercas electrificadas no alentejo. As férias é arranjar um gato amigo no primeiro dia e no segundo contarmos sete ali à porta. As férias são os grelhados todos os dias e as saladas a acompanhar. As férias são dias [inteirinhos] bons que passo contigo. As férias são melhores ainda se escolhermos um bom destino para as podermos ter. As nossas férias foram muito boas.
Fim

quinta-feira, 2 de Julho de 2009

Rescaldo dos 36 #

Não deixa de ter a sua graça perceber em como os aniversários vão passando e como se vai alterando a nossa maneira de os viver, receber, vê-los passar sem a excitação de outrora. Onde cada soma nos fazia maiores, independentes, radicais e especiais. Agora sinto-o como um sopro, uma leve aragem que passa, que desaparece tão depressa como chegou. Gosto, continuo a gostar de tudo o que envolve um dia de aniversário, a família junta, os amigos, os parabéns, as histórias, o riso, as fotografias.
Mas aprendi também [foram precisos 36 anos para isso] que fazer anos também pode trazer trabalho extra, organizar um jantar, cozinhar, receber e arrumar no final... mas valeu a pena, vale sempre a pena sentir perto de mim as pessoas de quem mais gosto.

terça-feira, 30 de Junho de 2009

Existe algo mais idiota...

... do que toques para o telemóvel com número anónimo?
Existe algo mais cobardolas do que deixar que atendam e depois desligarem sem dizerem uma palavra?
Existe algo mais imbecil do que esta gente que se ocupa em fazê-lo dias seguidos?
É pá... isto há dias em que não se consegue aturar...

segunda-feira, 22 de Junho de 2009

Musicas da nossa vida#

quinta-feira, 18 de Junho de 2009

Aiiiii....

Imagem do Google

Depois de mais de três anos, decidi recomeçar o Cycling, estou bem das pernas obrigada... tive um pouco de cãibras nos dedos dos pés... sobrevivi, desisti de pedalar em pé duas vezes, aguentei uma hora inteirinha a pedalar... e hoje só tenho dorido a marca do selim... nem os calções almofadados nem o selim de gel me salvaram deste desconforto... de resto... estou bem... muito bem... soube-me bem regressar .

terça-feira, 26 de Maio de 2009

Os amores dos outros # 40


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Question#

Porque é que as coisas começam a mudar?
[esta não faço puto da ideia da resposta que tem]

Question#

Porque é que um dia se deixam de fazer perguntas?
Já sei!
Porque um dia deixam de se gostar de ouvir as respostas.

segunda-feira, 25 de Maio de 2009

Os amores dos outros # 39


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sexta-feira, 22 de Maio de 2009

# 169

Uma entra para comprar tabaco, a outra segue-a para ler as gordas das revistas que estão alinhadas nos escaparates. A do tabaco aproxima-se e pergunta que noticias interessantes existem por ali. A outra suspira e diz num tom de desilusão que aquilo são só desgraças... saem as duas, uma acende o cigarro e a outra pensa em como a imprensa investe em histórias de faca e alguidar nas capas das suas revistas. Das duas uma... ou o mundo anda uma confusão e nada acontece de bom às vedetas... ou servem as desgraças delas para mostrar ao povo que as suas próprias desgraças são bem menores... e assim andarem estupidamente mais contentes...

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